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Aston Villa vira em 5 minutos e elimina West Ham na Copa da Inglaterra

Aston Villa vira em 5 minutos e elimina West Ham na Copa da Inglaterra
Gisele Henriques 15 dezembro 2025 16 Comentários

Na noite de sexta-feira, 10 de janeiro de 2025, o Villa Park em Birmingham explodiu em celebração. O Aston Villa não apenas venceu o West Ham United por 2 a 1 — virou o jogo em menos de cinco minutos. Foi um dos momentos mais dramáticos da Copa da Inglaterra Villa Park nesta temporada. O gol de Lucas Paquetá aos 9 minutos parecia ser o início de uma noite tranquila para os visitantes. Mas o que se seguiu foi pura magia do futebol inglês: aos 71’, Amadou Onana empatou. Aos 76’, Morgan Rogers deu o gol da vitória. Em menos tempo que leva para tomar um café, o destino da partida mudou completamente. O apito final, marcado às 23:11 UTC, selou a eliminação do West Ham — e o início de uma nova era para o Aston Villa.

Virada que fez história no Villa Park

Antes do segundo tempo, o West Ham parecia controlar tudo. Com Lucas Paquetá brilhando no meio-campo e Jarrod Bowen ameaçando nas costas da defesa, os hammers tinham criado chances claras e mantinham a posse com segurança. Mas o Aston Villa, sob a orientação do técnico Unai Emery, fez uma mudança tática silenciosa — e decisiva. No intervalo, Emery trocou Douglas Luiz por John McGinn, reforçando o meio-campo com mais movimento e pressão. A estratégia funcionou como um relógio suíço. Aos 71’, Onana recebeu passe de Boubakary Soumaré, cortou dois marcadores e bateu com força no ângulo. Três minutos depois, Rogers, que havia entrado no segundo tempo, aproveitou um erro de Kurt Zouma, acelerou pela direita e finalizou com frieza. Cinco minutos. Dois gols. Um jogo virado. Como disse um torcedor no estádio: "Nunca vi nada assim desde o 3-2 contra o Manchester City em 2023."

Estreia amarga para Graham Potter

Enquanto Emery celebrava sua 12ª vitória como técnico do Villa desde 2022, Graham Potter enfrentava sua primeira derrota no comando do West Ham. A contratação de Potter, anunciada em 8 de janeiro após a demissão de Julen Lopetegui, era vista como um sinal de renovação. Mas a estreia foi desastrosa. O time de Potter, que vinha de uma derrota por 2 a 1 para o Manchester City na Premier League, não soube lidar com a pressão do Villa no segundo tempo. A defesa, que já vinha com problemas de coordenação, desmoronou diante da velocidade de Rogers e da intensidade de Onana. "Foi um erro de concentração que custou caro", admitiu Potter em coletiva. "Não foi falta de esforço. Foi falta de experiência em momentos decisivos."

Um clube que vive de copas

Unai Emery não é apenas um técnico — é o arquiteto da nova identidade do Aston Villa. Desde que chegou em outubro de 2022, ele transformou o clube em um dos mais letais da Inglaterra em competições eliminatórias. Em 2023-24, levou o time até as semifinais da Copa da Inglaterra. Agora, com a vitória sobre o West Ham, o Villa avança para a quarta rodada, com possibilidade de enfrentar o Manchester United ou outro gigante. A equipe tem 11 vitórias em 15 jogos sob seu comando em competições de mata-mata. "O Emery sabe como preparar times para jogos únicos", disse o analista português Carlos Eduardo à GE Globo. "Ele não se prende a esquemas. Ele lê o jogo. E nesse dia, leu melhor que qualquer treinador do West Ham."

West Ham: crise em dois níveis

Para o West Ham, o problema vai além da derrota. A equipe está em 14º lugar na Premier League, com apenas 2 vitórias nos últimos 8 jogos. A saída de Lopetegui, após apenas 11 partidas, foi um sinal de desespero. A contratação de Potter — ex-Chelsea e Brighton — era esperada como uma solução técnica, mas o time ainda parece desorientado. A defesa, com Zouma e Coufal, sofreu com a velocidade dos atacantes do Villa. E o meio-campo, que deveria controlar, foi dominado por McGinn e Soumaré. "A equipe não tem identidade ainda", comentou o jornalista da A Bola. "Eles jogam como se estivessem tentando agradar todos. O resultado? Ninguém fica satisfeito."

O que vem a seguir?

A próxima rodada da Copa da Inglaterra acontece entre 7 e 10 de fevereiro de 2025. O Aston Villa aguarda o sorteio, com grandes possibilidades de enfrentar o Manchester United — um clássico que poderia movimentar o estádio até a lotação máxima de 42.682 torcedores. Já o West Ham volta à Premier League com uma missão urgente: evitar o rebaixamento. O próximo jogo é contra o Brentford, em casa, no dia 15 de janeiro. Sem vitórias desde 22 de dezembro, a pressão sobre Potter só aumenta.

Detalhes que fizeram a diferença

  • 71’: Amadou Onana empata após drible duplo e finalização de fora da área.
  • 76’: Morgan Rogers aproveita erro de Zouma e finaliza com precisão.
  • 90’+7’: Handball de Mohammed Kudus, mas o árbitro não marca pênalti — decisão polêmica.
  • Substituições-chave: McGinn entrou aos 72’ e alterou o ritmo do jogo.
  • Posse de bola: West Ham teve 58% da posse, mas apenas 3 finalizações no alvo.

Frequently Asked Questions

Como foi a atuação de Unai Emery nesta partida?

Unai Emery demonstrou mais uma vez sua genialidade tática. No intervalo, ele mudou o sistema para um 4-2-3-1 mais agressivo, incentivando a pressão alta e o uso das laterais. A entrada de McGinn foi crucial para recuperar o meio-campo. Seu histórico em copas — incluindo semifinais em 2024 — mostra que ele é especialista em jogos de eliminação. Esta vitória confirma que o Villa é um dos favoritos ao título.

Por que o West Ham perdeu mesmo com a posse de bola?

O West Ham dominou a posse (58%), mas falhou em criar chances reais. Só teve 3 finalizações no alvo, contra 7 do Villa. A defesa desorganizada, especialmente com Zouma e Cresswell, não conseguiu marcar os movimentos de Rogers e Watkins. Além disso, o meio-campo perdeu eficiência após a substituição de Paquetá, que foi isolado no segundo tempo. A qualidade técnica não compensou a falta de estratégia.

Qual é o impacto dessa derrota para Graham Potter?

A derrota em sua estreia pode ser fatal se o West Ham não melhorar rapidamente. Com apenas 2 vitórias nos últimos 8 jogos na Premier League, o clube está na zona de rebaixamento. A diretoria já demonstrou impaciência — Lopetegui foi demitido após 11 jogos. Potter precisa de resultados nos próximos 15 dias, ou a pressão por sua saída será insuportável. A torcida já começou a questionar sua capacidade de liderar um time com ambições.

O que essa vitória significa para o Aston Villa na temporada?

A vitória mantém o Villa vivo em duas competições: a Copa da Inglaterra e a luta por uma vaga na Liga Europa. Com 11 vitórias em 15 jogos em mata-matas sob Emery, o clube se tornou um pesadelo para rivais em competições eliminatórias. Além disso, a equipe está em 6º lugar na Premier League, com chances reais de classificação para a Champions League. Esta virada é mais do que um gol — é um sinal de que o time tem mentalidade de campeão.

Quem foram os principais jogadores da partida?

Amadou Onana foi o herói da virada, com gol e grande desempenho defensivo. Morgan Rogers, que entrou no segundo tempo, foi decisivo com o gol da vitória e a velocidade que desequilibrou a defesa do West Ham. No meio-campo, John McGinn, ao entrar, mudou completamente o ritmo. Para o West Ham, Lucas Paquetá foi o único destaque, mas ficou isolado após o intervalo. A defesa, como um todo, foi a grande responsável pela derrota.

A vitória do Villa foi uma surpresa?

Não totalmente. O Aston Villa vinha de 5 vitórias consecutivas na Premier League, incluindo um 2-0 sobre o Crystal Palace. Já o West Ham estava em crise, sem vitórias desde dezembro. O que surpreendeu foi a rapidez da virada — cinco minutos. Mas o desempenho do Villa nos últimos meses indicava que, em casa, com Emery no comando, eles são capazes de fazer o impossível. Não foi surpresa. Foi consequência.

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Comentários (16)

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    Dayane Lima dezembro 16, 2025 AT 07:32

    Essa virada foi pura loucura, tipo filme de futebol mesmo. O Villa tá numa fase mágica, e o Emery é um gênio mesmo. Ninguém acreditava que eles virariam, mas olha só o que aconteceu. 5 minutos e tudo mudou. É assim que se faz história.

    Eu tô torcendo pra eles chegarem na final, sério.

    Quem tá comigo nessa?

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    Bruno Rakotozafy dezembro 16, 2025 AT 09:48

    onana foi o cara do jogo sem duvida mas o rogers entrou e matou o jogo tipo um raio. o west ham tava no controle mas esqueceu que o villa é um time de virada. emery sabe disso e botou o McGinn pra jogar como um leão. 71 e 76. isso é futebol ingles puro. brasil precisa aprender isso.

    gostei da pressão alta. não foi sorte foi tática. o time tá com cabeça de campeão

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    Gabriel Nunes dezembro 17, 2025 AT 17:56

    que porcaria de jogo. o west ham perdeu por que o árbitro é ladrão. handball no 90+7 e nem olhou. e ainda por cima o emery tá roubando a glória de um time que tem jogadores de qualidade. o paquetá tava brilhando e o villa só ganhou por que o zouma errou. isso é futebol de sorte, não de tática. emery é um charlatão. o west ham merecia ganhar. o que é isso, time brasileiro torcendo por villa? tá tudo errado.

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    Volney Nazareno dezembro 17, 2025 AT 23:59

    A análise técnica apresentada no artigo é detalhada e coerente. A mudança tática no intervalo, com a entrada de McGinn, foi de fato decisiva. A pressão alta implementada pelo Aston Villa desorganizou o meio-campo adversário, como evidenciado pela redução de finalizações no alvo do West Ham. A posse de bola, embora elevada, não se traduziu em eficiência ofensiva. O fator psicológico também deve ser considerado, dado o histórico de desempenho do Villa em competições eliminatórias. A derrota de Potter reflete não apenas falhas táticas, mas também uma lacuna na adaptação ao estilo inglês.

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    Rodrigo Eduardo dezembro 18, 2025 AT 14:52

    o rogers é o novo herói. ponto. o emery é o cara. ponto. o west ham tá acabado. ponto. acabou. vamos pro proximo jogo

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    Luiz André Dos Santo Gomes dezembro 19, 2025 AT 11:09

    essa virada me fez pensar... o futebol é como a vida né? você tá tranquilo, achando que tudo tá sob controle... e de repente, em cinco minutos, tudo vira do avesso. o onana não só marcou um gol, ele quebrou a energia do jogo. o rogers não só finalizou, ele mostrou que a pressão não é só física, é mental. e o emery? ele não tá treinando times... ele tá treinando almas. o west ham não perdeu por falta de habilidade... perdeu por falta de coragem. e aí? você tá no controle da sua vida? ou tá esperando o próximo erro do outro pra virar tudo? 🤔

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    João Pedro Ferreira dezembro 20, 2025 AT 16:58

    Parabéns ao Aston Villa por uma atuação exemplar. A transformação tática no segundo tempo foi impecável. O West Ham teve chances, mas o Villa demonstrou maturidade e foco. É isso que faz um time grande: saber aproveitar os momentos decisivos. Parabéns também ao Emery por manter a calma e fazer as escolhas certas. A Copa da Inglaterra ainda está aberta, e o Villa está bem posicionado. Que venha o próximo jogo.

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    Afonso Pereira dezembro 21, 2025 AT 23:46

    Essa é a prova definitiva de que o futebol moderno está morrendo. O Villa não tem classe, só pressão e desespero. O West Ham tem estilo, tem posse, tem inteligência tática... e foi punido por um erro defensivo e um árbitro cego. O Emery é um manipulador de emoções, não um treinador. Ele não constrói jogadores, ele explora o caos. E vocês, torcedores, estão celebrando isso? Isso é futebol? Isso é teatro. O verdadeiro futebol é o do Paquetá, não o do Onana que chutou no alvo por acaso. O futebol tá virando um reality show. E vocês estão curtindo? 🤬

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    Caio Pierrot dezembro 23, 2025 AT 21:55

    essa virada foi inspiradora. o emery sabe o que tá fazendo. o mcginn entrou e mudou tudo. o onana foi fera. o rogers é o tipo de jogador que você quer no seu time. o villa tá com mentalidade de campeão. e o west ham? eles vão melhorar. é só questão de tempo. o importante é que o futebol ainda tem momentos assim. é isso que nos faz amar esse esporte. vamos torcer por um jogo bonito no próximo round. 💪

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    Gilvan Amorim dezembro 24, 2025 AT 23:45

    Essa partida me fez lembrar que o futebol não é só sobre tática ou estatísticas. É sobre coragem. O Villa não tinha mais nada a perder no segundo tempo, e jogou como se cada toque fosse uma declaração de amor ao clube. O West Ham tinha tudo, mas perdeu o que é mais difícil de recuperar: a confiança. Emery não fez milagres. Ele apenas permitiu que os jogadores se tornassem quem eles realmente são. E isso, talvez, seja o maior talento de todos.

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    Bruna Cristina Frederico dezembro 25, 2025 AT 12:12

    Que partida incrível! O Emery realmente transformou o Aston Villa em um time de mentalidade vencedora. A entrada de McGinn foi perfeita, e o Onana merece todos os elogios - não só pelo gol, mas pela intensidade defensiva. O Rogers, mesmo sendo substituto, mostrou que está pronto para grandes momentos. O West Ham, infelizmente, parece estar em crise de identidade. Parabéns ao Villa por manter a calma e aproveitar o momento. Essa é a essência do futebol competitivo.

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    Flávia França dezembro 27, 2025 AT 07:28

    OH MEU DEUS, ISSO FOI UMA CATASTROFE TÁTICA DO WEST HAM! Eles tinham o jogo nas mãos e ainda assim perderam como se fossem amadores! O Zouma é um desastre ambulante, o Potter é um palhaço que não sabe o que é pressão, e o Paquetá? Ele tá jogando sozinho num navio que afunda! Enquanto isso, o Villa tá fazendo o que os times ingleses fazem de melhor: matar o jogo com fome e raiva. Se o West Ham não trocar TUDO, vão cair para a Championship antes do Carnaval. E o Emery? Ele é o Messi da bancada, só que com paletó. 🤯🔥

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    Alexandre Santos Salvador/Ba dezembro 27, 2025 AT 10:36

    isso tudo é uma armadilha. o emery tá sendo financiado por quem? por que o villa sempre vira em casa? por que o west ham sempre perde quando o árbitro é inglês? e se o jogo tiver sido manipulado? e se o gol do onana tiver sido feito com ajuda de um drone? eu vi o zouma cair e o árbitro nem olhou... isso não é acaso. isso é controle. o futebol tá sendo vendido. e vocês estão cegos. a verdade tá escondida atrás de gols e celebrações. quem ganha com isso? pergunte pra quem financia o emery. 🕵️‍♂️

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    Wanderson Henrique Gomes dezembro 28, 2025 AT 19:10

    o emery é um gênio. o mcginn foi o diferencial. o onana foi imbatível. o rogers entrou e destruiu a defesa. o west ham teve posse mas não criou. o zouma errou e pagou. o árbitro fez o que pôde. o villa mereceu. isso é futebol. isso é competição. parabéns ao time. e ao treinador. ponto final.

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    João Victor Viana Fernandes dezembro 30, 2025 AT 10:52

    Essa virada me fez refletir sobre o tempo. Cinco minutos. O suficiente para mudar uma partida. O suficiente para mudar uma temporada. O suficiente para mudar carreiras. O West Ham tinha o tempo do jogo ao seu favor - mas perdeu o tempo da decisão. O Villa, por outro lado, não tinha tempo, mas tinha urgência. E aí, o tempo virou aliado. Talvez o futebol não seja sobre o que você tem, mas sobre o que você faz com o que tem. E nesse dia, o Villa fez mais com menos. E isso... é poesia.

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    Mariana Moreira dezembro 30, 2025 AT 15:30

    OH. MEU. DEUS. O EMERY É UM GÊNIO. O ONANA É UM DEUS. O ROGERS É O FUTURO. O WEST HAM É UM DESASTRE AMBULANTE. O POTTER? ELE NEM SABE ONDE ESTÁ O MEIO-CAMPO. O ZOUMA? ELE TÁ JOGANDO COM UMA BOLA DE PELÚCIA. E O ÁRBITRO? ELE TÁ EM FÉRIAS. ISSO NÃO FOI VITÓRIA... FOI UMA LIÇÃO DE VIDA. O VILLA NÃO SÓ GANHOU... ELE ENSINOU. PARABÉNS, TIME! VOCÊS SÃO O QUE O FUTEBOL PRECISA. 🙌🔥

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